21 de julho de 2006

A Vaca


Achei que devia dar continuidade ao tema anterior...
E já que estou numa fase de crescimento da minha vida...
Porque não falar em LEITE...
que tanto me ajudou a crescer???
Não tanto assim...já que sou bem pequenina!!

Ok... então afinal falo do quê??
Ah... Fica só a Vaca para vocês...
Xô Vaca!

18 de julho de 2006

Uma mulher do campo na cidade!


E já o José Hermano Saraiva dizia que
"E foi aqui, neste local, que..."
E PUF, fez-se não o Chocapic, mas sim o...

Leitinho

11 de julho de 2006

Um olhar


Quem não compreende um olhar
também não compreenderá uma longa explicação.

10 de julho de 2006

À minha mãe

Fácil, a gente ter mãe, nem se percebe que tem, mas só saber que ela existe, que podemos encontrá-la à hora que desejarmos, que seus olhos sorrirão, cheios de amor e bondade, ao ver a nossa aflição... Que a seu lado - ela que é fraca - nos sentiremos tão fortes confiantes no futuro, o coração tão seguro e o mundo todo tão bom, como se fosse verdade, só isto vale ter mãe, e é uma felicidade.


Fácil a gente ter mãe, quase todo mundo tem, mãe é uma coisa tão bela!
Pena é ver que há pela vida os que só sabem que há mãe porque ouviram falar nela, só a conhecem de nome, às vezes mesmo, nem isso.
Mãe é uma simples palavra como uma nuvem ao vento, um vazio pensamento.


Fácil a gente ter mãe, nem se percebe que tem no todo dia a seu lado quando se tem a certeza e se sabe onde ela está, pra dividirmos com ela uma alegria, um revés, que basta só querer vê-la.

Assim é fácil ter mãe.

Difícil, sim, é perdê-la, é ter que aceitar a idéia de que no lugar de sempre ela não se encontra mais. Não adianta abrir a porta, não passeia na varanda, a cadeira está vazia, na cama não tem ninguém. E aquela voz que conforta, que nos dava tanta paz, que era um bem que não tem preço, que era o nosso maior bem, não ouviremos, calou-se, é que ela agora mudou-se pra um lugar sem endereço onde Deus mora, no Além.


Ah, difícil é perdê-la, nunca mais poder achá-la, nos sentarmos a seu lado, passearmos na varanda, vê-la no quarto ou na sala, que partiu, sem ter mais volta, que pra nós nunca mais vem! E indefesos e sozinhos, termos que aceitar a sorte por desolados caminhos, inconformados com a morte, todos perdidos também.


Fácil é a gente ter mãe, mãe é assim como uma estrela, estrela-guia que a gente traz guardada dentro em si. Difícil, sim, é perdê-la como uma estrela cadente que de repente se apaga...

À minha querida mãe, numa altura dificil na nossa vida, mas que ainda tenho como estrela guia!